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As injustiças da tributação no Brasil

Comentário sobre a regressividade do sistema tributário brasileiro e a importância de aumentar a contribuição dos super-ricos.

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Livro de cabeceira (nova definição)

Tenho escrito, em 2020, exclusivamente sobre temas de ordem pública, nacionais ou internacionais, econômicos e não-econômicos. Acredito que conquistei o direito de voltar a ser hoje um pouco mais pessoal. Pode ser? O leitor ou leitora não tem como, de certo, responder diretamente, mas pode parar de ler aqui. Espero que não o faça, e prossigo.

No final do ano passado, lancei um livro – O Brasil não cabe no quintal de ninguém: bastidores da vida de um economista brasileiro no FMI e nos BRICS e outros textos sobre nacionalismo e nosso complexo de vira-lata. Transcrevi o longo subtítulo, pois dá uma boa ideia do que é o livro. Trata-se da obra mais pessoal que publiquei até agora, superando o meu até então preferido – Da crise internacional à moratória brasileira, publicado em 1988 pela editora Paz e Terra –, que relata minha participação no governo brasileiro entre 1985 e 1987 e, em especial, na polêmica suspensão de pagamentos da dívida externa, decretada em fevereiro de 1987. Repare, leitor ou leitora, que os meus dois livros prediletos, dos tantos que publiquei, são frutos de vivências práticas e sofrimentos – não sou, nunca serei, um teórico, dado a reflexões abstratas em uma torre de marfim qualquer. E, houve sofrimento, sim, nas duas experiências, na mais recente, assim como na mais remota.

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Livro de cabeceira (nova definição)

Comentário sobre a escassa repercussão na minha família de “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, meu livro mais recente.

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Taxação de Grandes Fortunas e Reforma Tributário

A economia brasileira está em depressão. O impacto da pandemia, empresas endividadas, desemprego em alta. Diante desses desafios, o que a taxação de grandes fortunas e a reforma tributária podem contribuir para retomada da distribuição de renda e de uma política de desenvolvimento para o Brasil?

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Os vira-latas e a questão ambiental

O meu “gancho”, como se diz no jornalismo, é uma carta aberta sobre a questão ambiental, divulgada em 14 de julho e assinada por 17 ex-ministros da Fazenda e ex-presidentes de Banco Central.

Por Jornal GGN: https://jornalggn.com.br/artigos/os-vira-latas-e-a-questao-ambiental-por-paulo-nogueira-batista-jr/

Quero tratar hoje de um tema de vital importância: a agenda ambiental. O Brasil tem tudo para desempenhar papel de liderança nesse tema, como fez aliás em períodos anteriores. No atual governo, porém, o nosso país tem se destacado por sua postura anticientífica e negacionista. No tema ambiental, assim como na pandemia. Ficamos isolados e fomos transformados em párias internacionais, inclusive nesse tema que é objeto de atenção crescente no mundo inteiro.

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A questão ambiental

Comentário sobre aspectos nem sempre ressaltados no debate ambiental brasileiro (soberania nacional, o uso do ambientalismo como biombo dos nossos concorrentes estrangeiros e o mito da “comunidade internacional”)

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Colapso das finanças públicas?

Com a crise provocada pela pandemia, esperava-se deterioração marcada das contas públicas no Brasil. Mesmo assim, os números impressionam. Estima-se um déficit primário em 2020 de cerca de 12% do PIB para o setor público como um todo. Somando-se a isso a despesa líquida de juros das dívidas internas e externas, o déficit público total subirá para quase 17% do PIB. Em consequência, projeta-se uma dívida bruta do governo geral de 98% do PIB no final de 2020. São projeções do Ministério da Economia, recentemente divulgadas.

As causas dessa deterioração são conhecidas, em linhas gerais. A primeira delas é a recessão – o governo espera uma queda de 6,5% do PIB em 2020, implícita nas projeções para as contas públicas. A recessão, que favorece o ajustamento das contas externas correntes, tem efeito oposto sobre as contas públicas. Ela corrói a base sobre a qual incidem os tributos, diminuindo a arrecadação. Aumenta, também, certos tipos de gasto, notadamente com seguro-desemprego. Além disso, o Ministério da Economia foi obrigado, ainda que depois de hesitações e com problemas de implementação, a aumentar gastos para combater a pandemia – não só com saúde, mas com o apoio a firmas e trabalhadores que perderam receitas e renda. Também houve redução ou adiamento de tributos para dar algum fôlego a empresas atingidas pela crise.

O resultado foi a explosão do déficit público, em grande medida como contrapartida da acentuada contração dos gastos privados com consumo e investimento.

Continuar lendo em: https://www.cartacapital.com.br/artigo/colapso-das-financas-publicas/

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Meu exílio na Sibéria

Pequeno depoimento sobre as minhas relações com a Rede Globo na década de 1990

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Colapso das Finanças Públicas?

Comentário sobre a deterioração das contas governamentais brasileiras e as alternativas para enfrentar o problema.

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O descaminho das políticas econômica e internacional do governo Bolsonaro

O descaminho das políticas econômica e internacional do governo Bolsonaro

Debate com o economista Paulo Nogueira Batista Jr, que foi diretor executivo pelo Brasil e outros países no FMI entre 2007 e 2015, e vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, estabelecido pelos BRICS, em Xangai, de 2015 a 2017. Além disso, é autor de livros na área de economia

Posted by Federação dos trabalhadores em Instituições Financeiras de Santa Catarina on Saturday, July 4, 2020

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