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A economia favorece a reeleição?

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Acordos internacionais – armadilhas para um futuro governo brasileiro

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A boiada cambial

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A reforma cambial: liberalização, conversibilidade e dolarização

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A Sibéria já não tem mais fronteiras

7 de fevereiro de 2021 – Folha de S.Paulo

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Autonomia do Banco Central – um quarto poder?

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Celso Furtado e Mário Henrique Simonsen – dois grandes economistas brasileiros

“O ano de 2020 marca o centenário do nascimento de Celso Furtado, e as homenagens a ele têm-se multiplicado. Nada mais justo, foi o maior economista brasileiro do século 20. Quem poderia rivalizar com ele? Talvez Mário Henrique Simonsen. E pode ser interessante fazer o contraste entre os dois”

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Réplica: Defesa de Maia sobre teto é inteligente, mas contém falácias e omissões

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, publicou nesta Folha, em 13 de setembro, interessante artigo em defesa do teto de gastos. Interessante não apenas pela posição institucional do autor, mas também por constituir defesa inteligente – talvez a melhor possível – do teto constitucional de gastos e de medidas que se poderia adotar para respeitá-lo.
O artigo se baseia, entretanto, em diagnóstico falho e contém falácias e omissões significativas, que terminam por inviabilizar o caminho sugerido. Além disso, várias das medidas contempladas para assegurar o cumprimento do teto foram sumariamente descartadas em manifestação posterior do presidente Bolsonaro.

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Teto de gastos, manifestos pró e contra

O teto foi uma má ideia do governo Temer, mas, como muitas ideias ruins em economia, ele tem uma desvantagem apreciável: ‘histerese’

A Folha de S.Paulo publicou recentemente dois interessantes manifestos. O primeiro, assinado por 96 economistas, muitos deles ligados a instituições financeiras privadas, defendeu o teto constitucional de gastos como “âncora fiscal”, apontando medidas para preservá-lo (“É preciso rebaixar o piso de gastos para que o teto não colapse”, 17 de agosto, p. A14). O segundo, subscrito por 380 economistas e outros profissionais que trabalham com economia, defendeu a extinção do teto, mostrando as implicações de tentar cumpri-lo a todo o custo. (“Teto de gastos, a âncora da estagnação e da crise”, 22 de agosto, p. A22). O segundo manifesto é uma resposta ao primeiro. 

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