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Categoria Artigos de jornal/revista

Conquista e Reconquista

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Autonomia do Banco Central – um quarto poder?

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Brasileiro não pode ser premiado

Para ser realmente uma grande nação, falta-nos, entretanto, o sentimento subjetivo da grandeza. E é esse ingrediente subjetivo que potencializa e energiza os fatores objetivos.

Leia em: https://revistaforum.com.br/debates/brasileiro-nao-pode-ser-premiado-por-paulo-nogueira-batista-jr/

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Foi-se o original

‘Nosso neoliberalismo consegue ser pior, mais doutrinário, mais resistente à mudança do que o neoliberalismo na matriz’

Nunca uma eleição americana foi tão importante para nós. Nem é preciso explicar por quê. O brasileiro acompanhou a disputa nos Estados Unidos com um olho (ou dois!) cravados aqui no Brasil. Era como se estivéssemos diante de uma antevisão do drama que viveremos nas nossas próprias eleições presidenciais em 2022, momento em que o Trump tropical também tentará a sua reeleição.

Continuar lendo: https://www.cartacapital.com.br/artigo/foi-se-o-original/

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Bolívia, Chile, Bacurau, por Paulo Nogueira Batista Jr.

Quem vivencia o momento atual, no Brasil e no mundo, sem angústia, sem pelo menos uma ponta de angústia, dificilmente estaria lendo estas palavras neste momento.

https://jornalggn.com.br/artigos/bolivia-chile-bacurau-por-paulo-nogueira-batista-jr/

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Coragem!

Qualquer civilização cabe nos abismos da história. Digito essa frase apocalíptica e paro, um pouco constrangido. Brasileiro, verdade seja dita, não tende à generalização. Nossa contribuição à filosofia da história, e à filosofia em geral, é próxima de zero. Portanto, é o destino da civilização brasileira que nos angustia. Agora mais do que nunca. Estamos sem reservas espirituais, sobrecarregados com desafios e problemas próprios. As outras civilizações que cuidem de si mesmas.

Continuar lendo em: https://www.jb.com.br/pais/artigo/2020/10/1026105-coragem.html

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Celso Furtado e Mário Henrique Simonsen – dois grandes economistas brasileiros

“O ano de 2020 marca o centenário do nascimento de Celso Furtado, e as homenagens a ele têm-se multiplicado. Nada mais justo, foi o maior economista brasileiro do século 20. Quem poderia rivalizar com ele? Talvez Mário Henrique Simonsen. E pode ser interessante fazer o contraste entre os dois”

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Réplica: Defesa de Maia sobre teto é inteligente, mas contém falácias e omissões

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, publicou nesta Folha, em 13 de setembro, interessante artigo em defesa do teto de gastos. Interessante não apenas pela posição institucional do autor, mas também por constituir defesa inteligente – talvez a melhor possível – do teto constitucional de gastos e de medidas que se poderia adotar para respeitá-lo.
O artigo se baseia, entretanto, em diagnóstico falho e contém falácias e omissões significativas, que terminam por inviabilizar o caminho sugerido. Além disso, várias das medidas contempladas para assegurar o cumprimento do teto foram sumariamente descartadas em manifestação posterior do presidente Bolsonaro.

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Teto de gastos, manifestos pró e contra

O teto foi uma má ideia do governo Temer, mas, como muitas ideias ruins em economia, ele tem uma desvantagem apreciável: ‘histerese’

A Folha de S.Paulo publicou recentemente dois interessantes manifestos. O primeiro, assinado por 96 economistas, muitos deles ligados a instituições financeiras privadas, defendeu o teto constitucional de gastos como “âncora fiscal”, apontando medidas para preservá-lo (“É preciso rebaixar o piso de gastos para que o teto não colapse”, 17 de agosto, p. A14). O segundo, subscrito por 380 economistas e outros profissionais que trabalham com economia, defendeu a extinção do teto, mostrando as implicações de tentar cumpri-lo a todo o custo. (“Teto de gastos, a âncora da estagnação e da crise”, 22 de agosto, p. A22). O segundo manifesto é uma resposta ao primeiro. 

Continuar Lendo em: https://www.cartacapital.com.br/carta-capital/teto-de-gastos-manifestos-pro-e-contra/

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A subtributação dos super-ricos no Brasil

Escolhi hoje um tema perigoso: a subtributação dos super-ricos. A turma da bufunfa é poderosa e tem verdadeiro horror de contribuir para o financiamento do Estado. Resiste ferozmente a qualquer tentativa de extrair dela alguma contribuição. E quem se dispõe a tratar do assunto corre o risco de ser caçado a pauladas, feito ratazana prenhe, como diria Nelson Rodrigues.

Assim, é natural que poucos se animem a entrar nessa seara. Recentemente, um grupo numeroso de economistas, muitos deles ligados ao mercado e a instituições financeiras, assinaram um longo artigo-manifesto, publicado pela Folha de S.Paulo, sobre a situação fiscal brasileira (“É preciso rebaixar o piso de gastos para que o teto não colapse”, 17 de agosto, p. A14). O artigo não é ruim, está até bem argumentado, mas é notável que não contenha uma linha sequer sobre a injustiça do sistema tributário e a subtributação dos ricos.

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