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Livro de cabeceira (nova definição)

Comentário sobre a escassa repercussão na minha família de “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, meu livro mais recente.

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Taxação de Grandes Fortunas e Reforma Tributário

A economia brasileira está em depressão. O impacto da pandemia, empresas endividadas, desemprego em alta. Diante desses desafios, o que a taxação de grandes fortunas e a reforma tributária podem contribuir para retomada da distribuição de renda e de uma política de desenvolvimento para o Brasil?

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Os vira-latas e a questão ambiental

O meu “gancho”, como se diz no jornalismo, é uma carta aberta sobre a questão ambiental, divulgada em 14 de julho e assinada por 17 ex-ministros da Fazenda e ex-presidentes de Banco Central.

Por Jornal GGN: https://jornalggn.com.br/artigos/os-vira-latas-e-a-questao-ambiental-por-paulo-nogueira-batista-jr/

Quero tratar hoje de um tema de vital importância: a agenda ambiental. O Brasil tem tudo para desempenhar papel de liderança nesse tema, como fez aliás em períodos anteriores. No atual governo, porém, o nosso país tem se destacado por sua postura anticientífica e negacionista. No tema ambiental, assim como na pandemia. Ficamos isolados e fomos transformados em párias internacionais, inclusive nesse tema que é objeto de atenção crescente no mundo inteiro.

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A questão ambiental

Comentário sobre aspectos nem sempre ressaltados no debate ambiental brasileiro (soberania nacional, o uso do ambientalismo como biombo dos nossos concorrentes estrangeiros e o mito da “comunidade internacional”)

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Colapso das finanças públicas?

Com a crise provocada pela pandemia, esperava-se deterioração marcada das contas públicas no Brasil. Mesmo assim, os números impressionam. Estima-se um déficit primário em 2020 de cerca de 12% do PIB para o setor público como um todo. Somando-se a isso a despesa líquida de juros das dívidas internas e externas, o déficit público total subirá para quase 17% do PIB. Em consequência, projeta-se uma dívida bruta do governo geral de 98% do PIB no final de 2020. São projeções do Ministério da Economia, recentemente divulgadas.

As causas dessa deterioração são conhecidas, em linhas gerais. A primeira delas é a recessão – o governo espera uma queda de 6,5% do PIB em 2020, implícita nas projeções para as contas públicas. A recessão, que favorece o ajustamento das contas externas correntes, tem efeito oposto sobre as contas públicas. Ela corrói a base sobre a qual incidem os tributos, diminuindo a arrecadação. Aumenta, também, certos tipos de gasto, notadamente com seguro-desemprego. Além disso, o Ministério da Economia foi obrigado, ainda que depois de hesitações e com problemas de implementação, a aumentar gastos para combater a pandemia – não só com saúde, mas com o apoio a firmas e trabalhadores que perderam receitas e renda. Também houve redução ou adiamento de tributos para dar algum fôlego a empresas atingidas pela crise.

O resultado foi a explosão do déficit público, em grande medida como contrapartida da acentuada contração dos gastos privados com consumo e investimento.

Continuar lendo em: https://www.cartacapital.com.br/artigo/colapso-das-financas-publicas/

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Meu exílio na Sibéria

Pequeno depoimento sobre as minhas relações com a Rede Globo na década de 1990

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Colapso das Finanças Públicas?

Comentário sobre a deterioração das contas governamentais brasileiras e as alternativas para enfrentar o problema.

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O descaminho das políticas econômica e internacional do governo Bolsonaro

O descaminho das políticas econômica e internacional do governo Bolsonaro

Debate com o economista Paulo Nogueira Batista Jr, que foi diretor executivo pelo Brasil e outros países no FMI entre 2007 e 2015, e vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, estabelecido pelos BRICS, em Xangai, de 2015 a 2017. Além disso, é autor de livros na área de economia

Posted by Federação dos trabalhadores em Instituições Financeiras de Santa Catarina on Saturday, July 4, 2020

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DESCAMINHOS DA POLÍTICA ECONÔMICA EXTERNA DO GOVERNO BOLSONARO

Comento os equívocos do governo brasileiro na negociação com a União Europeia, no Banco dos Brics e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

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Paulo Guedes, coautor do desastre

O presidente Bolsonaro sofre rejeição e críticas crescentes. Curiosamente, a área econômica do seu governo nem tanto. Pode até escapar de um eventual naufrágio. Para alguns setores influentes (nem preciso dizer quem são), tudo se passa como se o ministro da Economia e sua equipe estivessem em uma esfera à parte e precisassem ser preservados de alguma maneira. Mas é uma ginástica e tanto. Bolsonaro e Guedes são dois lados da mesma moeda.

Leia mais em: https://nocaute.blog.br

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