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Programa Contraponto Trianon

CONTRAPONTO ESPECIAL COM PAULO NOGUEIRA BATISTA JR.

Um dos mais brilhantes economistas e intelectuais de sua geração, PAULO NOGUEIRA BATISTA JR. é o convidado do CONTRAPONTO desta segunda-feira. Ele vai conversar sobre o momento político e econômico nacional e internacional. Vai falar também sobre o seu mais recente livro, “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”.

CONTRAPONTO vai ao ar de segunda a sexta às 17h na Rádio Trianon AM740 –www.radiotrianon.com.br – e aqui no Facebook.
Você pode participar também pelo Whatsapp 11 9.9583.9700. Endereço no Twitter: @Contrapontord.

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‘O Brasil Não Cabe no Quintal de Ninguém’ elogia nacionalismo

Volume reúne textos de Paulo Nogueira Batista Jr., ex-diretor-executivo do FMI

https://valor.globo.com/eu-e/noticia/2019/11/22/o-brasil-nao-cabe-no-quintal-de-ninguem-elogia-nacionalismo.ghtml

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TV 247 – Entrevista o economista Paulo Nogueira Batista, ex-diretor do FMI

Nesta Sexta -Feira a TV 247 Entrevista o economista Paulo Nogueira Batista, ex-diretor do FMI e do Banco dos BRICS.

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Matéria da UnBTV após conferência sobre os BRICS

Alunos dos cursos de Economia e Relações Internacionais da Universidade de Brasilia receberem o economista e escritor, Paulo Nogueira Batista Jr. após lançamento do livro, “O Brasil Não cabe no quintal de ninguém

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Resenha de “O Brasil não cabe no quintal de ninguém” no Portal Carta Maior

Por Léa Maria Aarão Reis

Em ‘O Brasil não cabe no quintal de ninguém’, a defesa firme da soberania nacional e a pergunta do economista Paulo Nogueira Batista Jr.: ”Que culpa tem o país, afinal, de ter elites ou camadas dirigentes que não chegam a seus pés?”

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Fotos do lançamento de “O Brasil não cabe no quintal de ninguém” em Brasília no dia 12 de novembro

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Na TV Senado, Paulo Nogueira Batista Jr. fala da cúpula dos Brics e da conjuntura econômica brasileira

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Guilhotina #46 – Paulo Nogueira Batista Jr.

Guilhotina7 de novembro de 2019

Os bastidores da vida de um economista brasileiro no FMI e no Banco dos Brics são temas da entrevista com o economista Paulo Nogueira. Ouça em seu agregador favorito ou aqui em nosso site.

Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam neste Guilhotina com o economista Paulo Nogueira Batista Jr., vice-presidente de 2015 a 2017 do Novo Banco de Desenvolvimento em Xangai (mais conhecido como Banco dos Brics) e diretor executivo no Fundo Monetário Internacional pelo Brasil e mais dez países entre 2007 e 2015. Ele está lançando o livro “O Brasil não cabe no quintal de ninguém: bastidores da vida de um economista brasileiro no FMI e nos Brics e outros textos sobre nacionalismo e nosso complexo de vira-latas” em que revela detalhes de sua atuação nessas instituições. No episódio, além de trazer algumas das histórias contadas no livro, Paulo destrincha os desafios que enfrentou e a resistência das potências ocidentais para conter o avanço da influência brasileira no cenário internacional e analisa o contraste desse período com a postura subserviente que o país adota na atualidade.

Link citado na entrevista: Comparação Grécia e Argentina no Diplô.

Ouça em seu agragador favorito ou clique na imagem abaixo:

http://content.blubrry.com/central3_podcasts___xadrez/Guilhotina_46_Paulo_.mp3

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Paulo Nogueira Batista Jr. lança novo livro em Brasília no dia 12 de novembro

6 NOV201916h23atualizado em 7/11/2019 às 05h05

Na terça-feira, 12 de novembro, um dia antes do início da cúpula dos líderes dos BRICS, Paulo Nogueira Batista Jr. lança em Brasília O Brasil não cabe no quintal de ninguém, livro que tem os BRICS como um dos seus temas centrais. Desde o início do processo, em 2008, e até 2017, Paulo Nogueira Batista Jr. participou da coordenação entre os BRICS e foi um dos fundadores do banco de desenvolvimento criado por ele, com sede em Xangai. O evento acontece no restaurante Cerpe Diem (104 Sul), às 19 horas.

Foto: Dino

O Brasil não cabe no quintal de ninguém, de Paulo Nogueira Batista Jr., é o relato dos bastidores da passagem de um economista brasileiro por duas instituições internacionais, o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o banco de desenvolvimento criado pelos Brics – o grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Durante mais de dez anos no exterior, ele participou da luta pela reforma da arquitetura financeira internacional após a crise de 2008 e enfrentou a resistência de representantes de países ricos. Antes disso, fez parte da equipe que negociou com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e os bancos credores em 1985-1987, durante o governo de José Sarney.

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