NOCAUTE – Blog do Fernando Morais
O economista Paulo Nogueira Batista Jr., ex-diretor do FMI e ex vice-presidente do Banco dos BRICS, estreia sua coluna no Nocaute falando do Plano B de Bolsonaro e da expectativa bolsonarista de que os Estados Unidos venham a apoiar mais essa aventura golpista.
Conde entrevista Paulo Nogueira Batista Jr.
Gustavo Conde entrevista o economista Paulo Nogueira Batista Jr.
Os temas tratados são:
Greve na Petrobras – significados, consequências
Impactos – reais – do coronavírus na economia mundial (Pibinho brasileiro)
Ataque de Bolsonaro a Patrícia Campos Mello
Fila de 3,5 milhões no Bolsa Família
Paulo Guedes aguenta?
O que chega primeiro a 5 reis? O dólar ou a gasolina?
Entrevista a Luis Nassif: O mundo continua dominado por homens brancos, velhos e sem rumo.
Como Trump enganou Bolsonaro
Bom Dia na Metrópole e JB no Ar com Mário Kertész
Fernando Haddad entrevista o economista Paulo Nogueira Batista Jr.
Brasil perde credibilidade após alinhamento com EUA, diz economista
A aproximação do governo de Jair Bolsonaro (PSL) com a Casa Branca, comandada por Donald Trump, é um entrave para que o Brasil retome sua posição de protagonista no cenário internacional. Essa é a interpretação de Paulo Nogueira Batista Júnior, ex-vice-presidente do Banco dos Brics [Novo Banco de Desenvolvimento].

O economista participa, nesta segunda-feira (11), da primeira mesa do “Brics dos Povos”, evento organizado por movimentos populares do Brasil, da Rússia, da Índia, da China e da África do Sul, que ocorre na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).
“Na minha opinião, foi mal aproveitada a presidência brasileira nos Brics [durante 2019]. Foi secundarizada pelo governo. Então, essa reunião de movimentos sociais aqui em Brasília é uma forma de compensar o perfil baixo que o Brasil tem assumido nos governos Temer e Bolsonaro”, avalia.
Ler maisBrics dos Povos: Paulo Nogueira Batista Júnior
Paulo Nogueira Batista Jr. comenta sobre seu novo livro, O Brasil não cabe no quintal de ninguém
Reservas devem ser preservadas para garantir a posição externa do País
Cuidado. O estoque de dólares constitui elemento central da segurança externa do Brasil
Ressurgiu o debate sobre se seriam excessivas as reservas do Brasil, atualmente em torno de 380 bilhões de dólares. Não seria possível dar melhor uso a esses recursos em vez de deixá-los parados, rendendo juros modestos em aplicações no exterior?
A discussão foi desencadeada, desta vez, pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que começou a vender reservas gradualmente para suprir a falta de moeda estrangeira no mercado. Ele disse também que o BC passaria a operar com o conceito, supostamente mais relevante, de “posição cambial líquida”, isto é, a diferença entre o estoque de reservas e o de swaps cambiais.
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