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Aula inaugural amanhã, quinta-feira, dia 17 de setembro, 15h – O legado de Celso Furtado e os desafios do Brasil.

Aula inaugural amanhã, quinta-feira, dia 17 de setembro

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Celso Furtado e Mário Henrique Simonsen – dois grandes economistas brasileiros

“O ano de 2020 marca o centenário do nascimento de Celso Furtado, e as homenagens a ele têm-se multiplicado. Nada mais justo, foi o maior economista brasileiro do século 20. Quem poderia rivalizar com ele? Talvez Mário Henrique Simonsen. E pode ser interessante fazer o contraste entre os dois”

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Celso Furtado, o maior economista brasileiro

Comentário sobre a obra de Celso Furtado, contrastada com a de outro grande economista brasileiro, Mário Henrique Simonsen.

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João Pinheiro

Vídeo sobre meu bisavô, João Pinheiro da Silva, que foi governador de Minas Gerais entre 1906 e 1908 e teria sido presidente da República se não tivesse morrido no exercício do cargo.

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Giuseppe Pignataro

Certidão de nascimento de Giuseppe Pignataro, meu tataravô, pai de João Pinheiro da Silva. Nascido no Basilicato, sul da Itália, emigrou para o Brasil. Abrasileirou seu nome para “Pinheiro”, acrescentando “da Silva”.

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Réplica: Defesa de Maia sobre teto é inteligente, mas contém falácias e omissões

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, publicou nesta Folha, em 13 de setembro, interessante artigo em defesa do teto de gastos. Interessante não apenas pela posição institucional do autor, mas também por constituir defesa inteligente – talvez a melhor possível – do teto constitucional de gastos e de medidas que se poderia adotar para respeitá-lo.
O artigo se baseia, entretanto, em diagnóstico falho e contém falácias e omissões significativas, que terminam por inviabilizar o caminho sugerido. Além disso, várias das medidas contempladas para assegurar o cumprimento do teto foram sumariamente descartadas em manifestação posterior do presidente Bolsonaro.

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Crise da agenda liberal

Em entrevista ao jornalista Leonardo Attuch, o economista Paulo Nogueira Batista Júnior fala sobre a crise do neoliberalismo no Brasil e no mundo.

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2:00 Paulo Nogueira Batista Júnior relembra o golpe no Chile
10:00 PNBL diz que Brasil entrou na agenda neoliberal quando ela sai de moda no mundo
17:00 Economista defende tributação dos super-ricos e a derrubada do teto de gastos
21:30 “Paulo Guedes está cada vez mais isolado”
25:00 “Desconfio muito da sinceridade de economistas liberais”
26:00 PNBL fala sobre o papel dos BRICs
33:30 PNBL comenta o impacto da eleição nos Estados Unidos
35:40 “Uma derrota de Trump enfraquece muito Bolsonaro”
37:20 Hostilidade em relação à China transcende os dois partidos
44:30 PNBL explica as diferenças entre russos e chineses
48:40 Economista fala sobre a perspectiva de crescimento do Brasil
52:00 “O Brasil é um dos gigantes do mundo”
53:00 “Bolsonarismo é um período transitório”
55:00 PNBL diz que Brasil corre perigo mortal

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Teto de gastos, manifestos pró e contra

O teto foi uma má ideia do governo Temer, mas, como muitas ideias ruins em economia, ele tem uma desvantagem apreciável: ‘histerese’

A Folha de S.Paulo publicou recentemente dois interessantes manifestos. O primeiro, assinado por 96 economistas, muitos deles ligados a instituições financeiras privadas, defendeu o teto constitucional de gastos como “âncora fiscal”, apontando medidas para preservá-lo (“É preciso rebaixar o piso de gastos para que o teto não colapse”, 17 de agosto, p. A14). O segundo, subscrito por 380 economistas e outros profissionais que trabalham com economia, defendeu a extinção do teto, mostrando as implicações de tentar cumpri-lo a todo o custo. (“Teto de gastos, a âncora da estagnação e da crise”, 22 de agosto, p. A22). O segundo manifesto é uma resposta ao primeiro. 

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A insustentável leveza do teto de gastos

O teto constitucional sobre os gastos, instituído por proposta do governo Temer, se mostra insustentável. O Brasil precisa de outro tipo de disciplina fiscal, compatível com o desenvolvimento e a justiça fiscal.

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A subtributação dos super-ricos no Brasil

Escolhi hoje um tema perigoso: a subtributação dos super-ricos. A turma da bufunfa é poderosa e tem verdadeiro horror de contribuir para o financiamento do Estado. Resiste ferozmente a qualquer tentativa de extrair dela alguma contribuição. E quem se dispõe a tratar do assunto corre o risco de ser caçado a pauladas, feito ratazana prenhe, como diria Nelson Rodrigues.

Assim, é natural que poucos se animem a entrar nessa seara. Recentemente, um grupo numeroso de economistas, muitos deles ligados ao mercado e a instituições financeiras, assinaram um longo artigo-manifesto, publicado pela Folha de S.Paulo, sobre a situação fiscal brasileira (“É preciso rebaixar o piso de gastos para que o teto não colapse”, 17 de agosto, p. A14). O artigo não é ruim, está até bem argumentado, mas é notável que não contenha uma linha sequer sobre a injustiça do sistema tributário e a subtributação dos ricos.

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